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Boletim - SBPO - Janeiro, Fevereiro e Março de 2010


SBPO - Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia

Palavras da Presidência

Rita de Cássia Macieira

Pouco tempo nos separam da realização do XI Congresso Brasileiro de Psico-Oncologia e IV Encontro Internacional de Cuidados Paliativos em Oncologia e já podemos comunicar a todos que a repercussão tem sido extremamente boa.

O tema “Psico-Oncologia: Profissão, Ciência e Arte”, reflete a preocupação da organização do evento, em discutir o momento atual de amadurecimento da Psico-Oncologia no Brasil, como prática profissional valorizada no meio cientifico e acadêmico, sem abdicar do lado humanista que sempre a caracterizou.

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Reflexão

MORTE E LUTO: PERSPECTIVAS PSICOLÓGICAS

Renata Goltbliatas

A morte é considerada a finalização de um ciclo, o fim de tudo. Mas a discussão sobre o que ela é e como ela acontece ainda é considerado um assunto delicado, e muitas vezes até evitado pela maioria das pessoas. O fato de sabermos que ninguém escapará da morte é o que a torna um assunto tão fascinante e ao mesmo tempo angustiante, pois ela não pode ser evitada. A ciência busca há séculos maneiras de retardá-la e até mesmo suplantá-la, através de seus medicamentos e suas pesquisas, obtendo êxito em algumas áreas. O fato é que a vida e a morte são assuntos complexos e que sugerem discussões polêmicas e acaloradas.

Mas afinal, o que é a morte?

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Psico-Oncologia Pediátrica

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL SÃO VICENTE EM BARBALHA - CE.

Francisco David Batista Campelo
Profª Ms. Alana Mara Alves Gonçalves

Todas as pessoas já foram um dia criança, porém muitos não se lembram disso. Mas deduzam qual seja o significado da infância. Essa fase da vida é marcada pelo “primeiro”, ou seja, o primeiro brinquedo, amigo, risos, choro, machucado, castigo, amor platônico, pela primeira queda, travessura, cara emburrada, vontades de fazer o que quer na hora que bem entender. Na sua maior parte, não existem preocupações, horários obrigatórios ou pré-estabelecidos para realização das atividades. As responsabilidades são poucas, pois existem as intervenções dos pais para tais.

Mas se o destino de repente propiciasse uma realidade totalmente diferente da relatada. Onde essa fase da vida também, fosse marcada pela dor, incerteza, angústia, internações, responsabilidades e obrigações diárias, restrições sejam elas alimentares ou de espaço e tempo, marcadas também pelo medo, exames, procedimentos médicos, choro, sofrimento e horários obrigatórios.

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Artigo

A CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA DE MULHERES ACOMETIDAS POR CÂNCER DE MAMA QUE SOFRERAM ALTERAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL

Natália Camila de Araújo

Artigo baseado no trabalho de conclusão de curso de Pós Graduação Lato Sensu em Psico-oncologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, sob a orientação das Profas. Marília Aguiar e Maria de Mello.

Estatísticas comprovam que o câncer de mama é responsável pelo maior número de óbitos em mulheres no mundo. Expressivos têm sido os avanços que buscam a cura. No entanto, um grande número de mulheres ainda são vítimas da doença. As mulheres acometidas pelo câncer, além de vivenciarem situações adversas, necessitam lidar com a possibilidade iminente de alteração da imagem corporal devido aos efeitos do tratamento. Além das reações aos medicamentos, a queda do cabelo, a mutilação da mama e aumento de peso repercutem com impacto na alteração da auto-imagem e contribuem para fragilização do estado emocional da paciente. Esta sofre intensas alterações em seu cotidiano comprometendo sua vida individual, familiar, amorosa, profissional e social. Diante deste cenário, diversas são as formas de enfrentamento e adaptação das mulheres acometidas pelo câncer de mama. Existem fatores tais como: suporte familiar, relações de apego, religiosidade que podem contribuir positivamente ou negativamente para o desenvolvimento da capacidade de resiliência da paciente. Intencionando subsidiar os objetivos propostos, foi realizada uma revisão de literatura que teve como objetivo perceber a capacidade de resiliência das pacientes de câncer de mama que sofreram alteração da imagem corporal.

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Acontece

Querido amigo associado,

Criamos esse espaço para que você divulgue seus trabalhos, cursos, palestras, atividades e sites. Agradecemos, desde já, sua participação,

Confira os destaques dessa edição.

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boletim@sbpo.org.br


Publicação Trimestral
Responsável: Tatiana Bukstein Vainboim
SBPO - Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia

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